Sou muito criterioso quanto ao que jogo. Não é qualquer coisa que entra no meu computador, e conseqüentemente em minha vida, e me faz gastar valiosas horas gastando meus neurônios com pixels bem organizados me levando para dentro de uma história complexa, ou nem tanto, esperando ansiosamente por um desfecho. Mas o que te faz decidir se um jogo é bom o bastante para ser comprado? Seriam os gráficos de última geração que podem perfeitamente se passar por cenas reais ou uma história tão envolvente a ponto de mesmo que o jogo fosse um RPG clássico de mesas e folhas de papel, você não se incomodaria em pagar 100 Reais?
Motivos cada um tem os seus, e os meus são um tanto exóticos. Como não nego nem nunca neguei, sou fanático pelo que não há explicação, ou “eles” não nos dão, e ao que é tão complexo a ponto de ser fantásticamente brilhante. Espaço, guerras, conspirações e sobrenatural me fascinam como luz a um inseto. Assim como Resident Evil se resume para mim a Umbrella, meu Orange Box foi comprado somente por causa de Portal, e não pela mecânica de portais mas pela GLaDOS e pelo fato de existir uma empresa concorrendo com Black Mesa pela tecnologia dos portais. Jogos assim são capazes de por em risco a segunda parte mais sensível do meu corpo, o bolso, e tornarem parte de minha coleção.
Mas não é preciso milhões de dólares investido em escritores para conseguirem minha atenção. Lendo um Top10 dos melhores jogos de 2007 conheci o jogo S.T.A.L.K.E.R., que apesar de minha residência não ser em um abrigo nuclear no centro de uma montanha, passaria despercebido por mim não fosse a lista. Ele não era O jogo da lista, afinal nada em 2007 foi melhor que o Orange Box, e possuía até alguns contras relevantes, entretanto sua história se passa em Chernobyl, a cidade completamente arrasada pelo vazamento em sua usina nuclear. Somente isso já era suficiente para que eu o quisesse em minha coleção. Mas eu ainda iria descobrir um motivo melhor.
Eufórico pela descoberta fui até seu site, que assim como o site do Unreal Tournament, é sobrecarregado de imagens simulando chapas de metal, pequenos flashs gerando animações totalmente desnecessárias e muito material para download. E depois de alguns minutos, já possuía muitos wallpapers e concept arts (tradução pendente) e um zip de 60MB com a trilha sonora do jogo em .ogg (?!?!). Surpreendentemente este arquivo, do qual 80% não passa de sons sombrios e repetidos por longos 5 minutos em média para cada arquivo, conseguiu tocar na parte mais sensível de meu ser, a audição (é, eu estraguei a piada do primeiro parágrafo, eu sei).
“Dirge for the planet“, a música numero 12 da trilha sonora, não é uma música de jogo, é definitivamente algo muito maior que isso e uma obra de arte por si só. Interpretada pela banda Firelake, que também é a responsável pelas faixas 13 e 14 da trilha, “Dirge for the planet” é uma música que só consigo definir como Celta Gótica a base de guitarras e baixos fazendo o papel de grande parte dos outros instrumentos, algo como uma mistura de ERA com Evanescence e Enya, só que diferente do que pode parecer, deu certo.
Como a trilha sonora é disponibilizada de graça, creio que não haveriam problemas se eu a disponibilizasse aqui, mas para evitar que os leitores baixem 60MB onde 50MB seriam somente barulhos e som ambiente, segue um vídeo feito por um fã do jogo e assim mato dois coelhos com uma youtubada só: Publico a musica e cenas do jogo.
As outras duas músicas da banda por sua vez, perdem o estilo gótico e ganham o Heavy metal, mas por serem instrumentais perdem um pouco do Espírito, mas sem perder nada da qualidade sonora apesar do ritmo rápido e das batidas fortes, que a propósito é o estilo original de “Dirgue for the Planet” que foi transformada neste clássico exclusivamente para S.T.A.L.K.E.R. que para quem ainda não foi até o site deles dar uma conferida mesmo depois de tantos elogios e ainda não está sabendo, se trata de um banda de Heavy Metal ucrâniana.
É a primeira vez que sou conquistado por um jogo por sua trilha sonora sem ao menos ter visto o jogo rodando, e com uma música em especial, portanto eu aconselho S.T.A.L.K.E.R. mesmo sem ter jogado, e se depois da compra eu me decepcionar, irei com certeza ao menos aconselhar esta banda que igualou sua musica a Brat’ya (Brothers, de FMA), com o título de minha música favorita.
Ps. Durante a concepção deste artigo foram removidos 3 parágrafos, que se tornarão um outro artigo, e a musica em questão foi repetida em torno de 15 vezes consecutivas.

Hoje, 28/01/2008, é um dia histórico para os bloquinhos mais famosos do mundo. A Lego está completando 50 anos de existência com fôlego para mais 50, ou até quem sabe 100 anos. O brinquedo mais vendido da história possui atualmente uma média de 63 peças fabricadas para cada pessoa no planeta(!).
A história da empresa e dos brinquedos Lego está associada a uma origem humilde, na oficina de Ole Kirk Christiansen, um mestre carpinteiro da Dinamarca. A inovação que trouxe à sua pequena empresa familiar, prosperaria e se tornaria uma das mais respeitadas empresas do segmento de brinquedos no mundo. A partir de 1934, então empregando seis funcionários, a empresa de brinquedos adotou o nome Lego, uma expressão criada a partir da frase em dinamarquês leg godt, com o significado de “brincar bem”. De acordo com a versão do LEGO Group., anos mais tarde, a palavra lego, em latim significa eu ponho junto ou eu uno, embora isso seja, na realidade, uma tradução demasiado livre de uma forma verbal traduzida academicamente como “eu leio” ou “eu reúno”. No princípio Lego fabricava brinquedos de madeira, apartir de 1949 começou a produção dos conhecidos blocos de plástico.

Hoje o LEGO Group é uma empresa transnacional que tem seu produto presente em mais de cento e quarenta países, empregando mais de dez mil pessoas. As características que nortearam a sua criação e desenvolvimento tornaram-no popular de pais para filhos, recomendado ainda por educadores e terapeutas, utilizado não apenas como brinquedo (função lúdica) mas em todos os segmentos do processo ensino-aprendizado, da pré-escola à Universidade, influenciando campos tão distintos como os da robótica, da arte, da socialização ou mesmo da exploração espacial.
[fonte: wikipédia]





Está circulando na internet o boato de que os MMORPG World of Warcraft (WoW), Mu On-Line e Tíbia, se é que o último pode receber esta classificação, foram banidos do Brasil pelo mesmo juíz da 17ª Vara Federal de Minas Gerais, assim como fez com Counter-Strike e Everquest.
Entretanto tal proibição não passa de um HOAX que foi espalhado na internet talvez em represária à proibição dos dois jogos, e participação de novos jogadores contra a medida. O texto a seguir com o HOAX foi publicado originalmente no fórum do site ESBR, e no momento pode ser visto no site GameVício:
O mesmo juiz da 17ª Vara Federal da
Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais que havia probído os jogos
Counter-Strike e Everquest, agora soltou uma liminar que proíbe também a
distribuição de 3 jogos de MMORPG, ou Massive Online Role Playing Game.
Os jogos são Tibia,pela CipSoft, Mu Onlinepela K2Network, e World of
Warcraft, pela Blizzard Entertainment.
Os motivos alegados pelo então Juiz são que ‘[...]Esses jogos, além
de estarem dissimulando a juventude de hoje, prejudicando-lhes a saúde de
modo irreversível, deferindo assim do que mandam os artigos 6, I, 8, 10 e
39, IV, do Código de Proteção e Defesa do Consumidor
[...]
Além do mais, é notável que esses jogos listados estimulam o assassinato de
animais e até mesmo de traição, quando você deve matar um de seus amigos em
troca de ‘Experiência’, que serve como um status de poder
nos jogos. Na medida que todos os personagens sempre tem de matar desde
coelhos e borboletas até humanos e lobisomens, torna-se na cabeça do
internauta que ele pode e deve matar todas as coisas vivas ao custo de
poder.
A última coisa que precisamos nos dias de hoje é mais um estímulo ruim para
nossos filhos, que serão os presidentes de amanhã’
A boa notícia é de que como a prévia liminar do Juiz levou 4 meses para
entrar em vigor, os jogadores terão tempo para de despedir, e afins.
O site ESBR já publicou nota avisando a todos que os jogos citados NÃO estão banidos, e que o texto foi escrito por um usuário comum que não agiu de má fé, entretanto por motivos alheios a sua vontade não conseguiram remover o texto antes que o mesmo se esalhasse pela internet.
Enquanto isso, a EA Games informou nesta terça-feira (22) que suspendeu as vendas no Brasil dos jogos Counter Strike Source e Counter Strike Antology em função da proibição que entrou em vigor na sexta-feira última (18). Em nota, a empresa, distribuidora oficial dos jogos no país, pede que os comerciantes tirem os jogos das prateleiras e os mantenham estocados até “nova instrução”. [fonte corrigida: ESBR] [Leia também]
Parece que a guerra está só no começo. Preparem seus Shields e Kevlars, porque ainda vem muita HE pela frente para os fãs de CS e Everquest.
A MacWorld 2008 está prestes a começar e vários sites de tecnologia e apple-fans já estão fazendo seus live casts. Milhares, digo, milhões de Geeks pelo mundo estão anciosos contando os segundos entre cada F5 (Ctrl+R) dado na página que futuramente poderá “estar anunciando” o novo iBook Air. Definitivamente existe alguma coisa no ar que chama a atenção de todos aos Keynotes do Tio Steve Jobs.
E como todos os sites especializados já estão falando da MacWorld, e todos os rumores possíveis já foram criados sobre o (bem) próximo anúncio do novo produto da Apple já foram criados, por quê não falarmos então de algo que NÃO vai aparecer no super evento da Apple?
O que você vê na imagem acima é um Mac 512K rodando o Mac OS X e foi criado por Dave Clausen manualmente e mantendo todos os dispositivos originais totalmente funcionais incluindo o monitor CRT preto e branco. O que pode passar despercebido à primeira vista, é que na verdade, o sistema é um Mac Mini modificado especialmente para o dispositivo.
Na página do projeto você pode ver esplicações de como foi feito o projeto e inclusive especificações técnicas de todas as modificações eletrônicas feitas. E no flickr de Dave Clausen você vê mais fotos do Mac desde sua contrução até pronto e rodando perfeitamente. [Fonte: Wired GadgetLab]
E então, será que já aconteceu muita coisa na Keynote do Steve Jobs?
Vida de geek não é fácil, mas também ninguém disse que deveria ser. Geralmente por você entender mais de coisas eletrônicas do que todas as outras pessoas da sua família juntas (exceto se houver outro(a) geek, mas é raro), pensam logo que você é algum tipo de xamã e que pode resolver todo problema envolvendo qualquer coisa que ligue na tomada e tenha visor, se tiver teclas então nem se fala.
Se você faz, fez ou vai fazer curso de computação que não seja “Usando o Window XP” já se torna um ser sobrenatural, se no nome tem alguma sigla (ex: PHP, SQL, AJAX, WAMP, XGL, WINE) sorria, você é um semi-deus, e tem como dever na terra fazer tudo que os outros não sabem fazer, ou tem preguiça de fazer/aprender. Mas se você faz, fez ou vai fazer faculdade de computação (Ps. Existem muitos Geeks em publicidade, marketing e alguns outros cursos menos difundidos, mas “eles” ainda não sabem ;D) você é o próprio Deus, e tem como dever saber de tudo.
Não sei se é só comigo, mas ainda por cima não recebo méritos pelo que faço. Se o PC da pau, é óbvio que primeiro todos vêem a mim, se eu conserto é no máximo um “valeu, foi fácil, né?”, se não conseguem ligar o DVD e eu consigo “Ahhh então era assim!?”, se não conseguiam sintonizar aquele canal UHF de três dígitos “Sabia que você ia conseguir!”, mas se você não consegue, chega então aquele tenebroso momento em que eles dizem “então tudo bem, eu chamo um técnico depois”.
Entendam queridos Geeks, para eles “técnico” além de ser o carinha que manda nos jogadores em esportes coletivos, tem um outro significado que não é o mesmo que nós conhecemos.
Téc.nic.o (téquinicô): s, do Latin “filho/sobrinho de um conhecido meu”, pessoa que não sabe o que faz, condena a peça mais importante de qualquer equipamento, formata Hds e ganha cinquenta reais pela visita mais o valor da peça que trocou e ficou para ele.
Esses seres vivos são a escória da pequena parte da raça humana que se entende com eletrônicos. Muitas vezes nem Geeks essas COISAS são! Um geek de verdade jamais cobra para fazer um instalação em seu tempo livre, para abrir um equipamento eletrônico que não funciona corretamente. Geeks são pessoas de bom coração (desde que não envolva sua coleção de DVDs/Hqs/Mangás/Cards/Tampinha ou seu pendrive de 28GB comprado via internet em dólares) e QI acima da média. Geeks aceitam no máximo uma Coca-Cola enquanto fazem o serviço, ou dependendo das circunstancias, alguns pedaços de tortas caseiras
Por isso, uni-vos Geeks, Nerds, CDFs e outras siglas menos conhecidas, pois somos o futuro, nós somos a evolução, somos os futuros patrões desses seres que acham que a internet é um programinha de ícone azul! E sejam todos bem vindos ao novo GeekBrasil.net!